Dúvida sem fim: teremos ou não os Jogos Olímpicos no Japão?

(Leia no PONTO FINAL)

BOM DIA.

O tempo passando. Rapidamente. Vamos para um ano de pandemia no Brasil. Última semana de fevereiro. Tensão, angustia, doença, morte, mas a vida segue. Muitos ainda vivem com as dúvidas da volta ou não as aulas. Continua indispensável a necessidade da máscara, de evitar aglomeração, e esperando ansiosamente pela vacina, vamos buscando forças com muitas cidades sofrendo (e bastante) com casos insistentes da Covid, inclusive variantes. Mudando de assunto, esta semana termina o Campeonato Brasileiro de Futebol, com o Flamengo perro do título e o Rio vendo dois gigantes (em se tratando de história) na Segunda Divisão: Botafogo e Vasco. E, no próximo domingo (28), a aguardada volta (estreia em 2021) do nosso XV. Estamos com saudade de ver a camisa zebrada em campo. Um bom dia e boa semana para você.

O QUE
ELES DIZEM

Foto: Eduardo Knapp / Folhapress

“ESPERO QUE O PSDB NÃO ESTEJA NO CICLO DESCENDENTE”.

Fernando Henrique Cardoso (Ex-presidente da República, líder tucano preocupado com as divisões dentro do seu partido).

FOTO
DA SEMANA

Foto: divulgação

Abrindo suas atividades em 2021, o Conselho da Mulher Empresária, da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba, promove nesta quarta-feira, dia 24, a partir das 8 horas, a live gratuita que abordará o comportamento do consumidor nos novos tempos, ou seja, época de pandemia. A palestra será mediada pela conselheira Camila Pirillo, que terá a presença da consultora de negócios, especialista em marketing e comunicação empresarial, Silmara Regina de Souza. Segundo ela, os empresários de modo geral, conseguem oferecer melhores produtos e serviços quando compreendem as razões de consumo dos clientes. Transmissão ao vivo pelo Facebook (Acipi Piracicaba_ e Instagram da Acipi (@acipipiracicaba).  

PONTO FINAL

Em 2020, ano passado, durante janeiro e fevereiro, organizadores dos Jogos Olímpicos, por várias vezes, disseram: “Vamos ter a olimpíada. Não existe razão para mudança”. No entanto, em março, o anúncio inevitável e esperado: “Jogos Olímpicos serão adiados para 2021”. Agora, exatamente um ano depois, toda a expectativa e dúvida se repete. Teremos ou não Jogos Olímpicos em julho e agosto?  O grande drama são os compromissos financeiros assumidos e consequentemente enorme prejuízo. Soma-se a expectativa de centenas de atletas que não param de treinar e se preparar, mesmo meio a grandes e intermináveis dúvidas. Mas, e a pandemia? Pesquisa no Japão mostra que a população é contra: teme agravamento da doença que inquieta, preocupa, deprime e mata. O adiamento de 2020 para 2021 provocou um acréscimo nos custos do evento de US$ 3,89 bilhões. Cancelamento este ano, apontará por um prejuízo gigantesco da ordem de US$ 44 bilhões. Só o Comitê Organizador perderá 800 milhões de dólares. Tudo pronto, estádios, piscinas, arenas, pistas, gastando-se do bom e do melhor, as autoridades japonesas, na verdade, mesmo negando adiamento, não sabem o que pensar ou decidir, pois impossível visualizar agora, a real situação em julho e agosto. Foram construídas 21 modernas torres de 14 a 18 andares com vista para a baía de Tóquio para abrigar 11 mil atletas e membros das delegações de todo o mundo. Sabe-se da necessidade de providência especiais, como quartos individuais ou no máximo para duas pessoas, máscara, distanciamento, protocolo rígido, enfim, uma olimpíada totalmente fora dos padrões normais. Público ou sem público?  Avalia-se um prejuízo de US$ 3,7 bilhões para a organização do evento no caso da ausência do público, evoluindo para US$ 23 bilhões quando se soma as perdas do turismo de uma forma geral. Enfim, dúvida, drama sem fim. Chegando março, COI se verá pressionado e o Comitê Organizador terá que dizer sim ou não, definitivamente, para encarar a reta final do maior acontecimento esportivo do planeta.

VOLTO AMANHÃ.

ATÉ LÁ.

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