O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS, irá até o presidente do STF, Edson Fachin, explicando a necessidade do Supremo Tribunal colaborar com as investigações do legislativo, para desvendar todas as circunstâncias que determinaram um dos maiores escândalos, da política brasileira, ou seja, o roubo do INSS. O senador Viana, por exemplo, não se conforma com a decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu o sigilo do Lulinha, deixando evidente uma medida política. O presidente da CPMI diz ainda, ser questão de honra ouvir Daniel Vorcaro, banqueiro do Master, banco que tinha 350 mil contas do INSS, 240 mil sem autorização. A CPMI do INSS já conseguiu a prisão de onze (11) pessoas.

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