David Alcolumbre, presidente do Senado Federal, decidiu manter a decisão da CPMI do INSS, que aprovou quebra dos sigilos telefônico e bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No dia da votação, estabeleceu-se grande confusão, com a base governista denunciando contagem irregular dos votos. Agora, em março, termina o prazo para existência da CPMI (90 dias), sendo legal uma prorrogação, necessitando porém, autorização do comando da casa legislativa. Para a oposição, não tem como concluir os trabalhos sem esticar o prazo. Muitos depoimentos deixaram de acontecer (Habeas Corpus) e o número de documentos ainda a serem analisados/debatidos, é enorme.

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