A FIFA se mostra preocupada com o rumo da guerra, faltando 100 dias para a Copa do Mundo nos Estados Unidos (mais Canadá e México). O Irã já considera improvável sua participação. A FIFA prefere dar tempo ao tempo. Israel mirou hoje (03), o prédio do Conselho de Líderes iranianos, local onde se reúnem os responsáveis pelo futuro do Irã e escolha do novo comando da Nação. O Líbano continua sendo alvo dos israelenses, em razão do grupo (partido) terrorista Hezbollah. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump diz estar propenso a cancelar todas as relações comerciais com a Espanha, que se recusou a dar apoio aos Estados Unidos quanto ao uso da suas bases militares no Oriente Médio.
Duas notícias que surpreenderam nesta terça-feira (03 de março): demissão do técnico Filipe Luís (Flamengo) e a contusão do atacante Rodrigo (Seleção Brasileira/Real Madrid). Diretoria flamenguista justificou relacionamento com o elenco, devendo o clube carioca contratar o português Leonardo Jardim (ex-técnico do Cruzeiro). Rodrigo, convocação certa do técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo/26, sofreu lesão no ligamento cruzado anterior, devendo se submeter a cirurgia. Rompimento da ligação do joelho requer um tempo considerável para recuperação.
A guerra se espalha pelo Oriente Médio atingindo mis de uma dezena de países. Bombardeios chegam a nações que jamais esperavam pelo conflito, caso da Arábia Saudita. Estreito de Ormuz está fechado com aviso iraniano: incendeia navio que tentar passar. Preços do petróleo e do gás ameaçam disparar. França diz que apoia os Estados Unidos, que tem o não do Reino Unido. Aumentando o número de americanos que criticam decisão de Donald Trump, considerando equivocada/desnecessária a guerra. Trump teria falado no máximo em quatro (4) a cinco (5) semanadas de guerra. Porém, existe o receio da perda do controle. Democratas se manifestam: “Nada mais trágico e triste ver um filho/soldado voltando da guerra num caixão. Não havia necessidade. Uma enorme precipitação”.
Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin, se reúnem no dia de hoje na capital paulista. Vários assuntos, mas dois se destacam: a eleição para governador (São Paulo) em outubro próximo, e a viagem do presidente brasileiro aos Estados Unidos, agora em março. O ministro (Fazenda) Haddad, resistente a disputar eleição em 2026, pode ceder para atender a vontade do presidente. Bastidores citam até o Alckmin como vice em São Paulo. Quanto a um novo encontro com Donald Trump, o mesmo deve ser adiado em razão da guerra no Oriente Médio. Vontade de Haddad: disputar vaga no Senado Federal. De Alckmin: continuar vice de Lula que, por sua vez, quer uma “dobradinha” com um líder do MDB.
A guerra no Oriente Médio e as consequências: petróleo (barril) começou o dia (2 março) valendo 72 dólares, passou para U$ 75, agora U$ 79 e chegará a 80, com previsão para 100 dólares. Tudo dependerá do tempo de duração do conflito. Estreito de Ormuz (entre Golfo Pérsico e Omã) está aberto, mas navios com o óleo bruto estariam parados com receio para fazer a travessia. Previsões mais realistas e seguras (incluindo Bolsa de Valores), no meio e final desta segunda-feira.
A guerra que começou na madrugada de sábado (28/fevereiro) continua em escalada cada vez maior. Situação crítica, de alto risco no Oriente Médio. Continuam mísseis sendo lançados, atingido vários países (em toda a região), principalmente Irã e Israel. O Irá prometeu vingança (a todo custo) pela perda do seu líder supremo o Aiatolá Ali Khamenei. O mundo acompanha aflito. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, no início, dizia prever uma guerra com duração de sete (7 dias) a dez (10 dias). Expectativa nesta segunda-feira (2 de março), com as reações das Bolsas de Valores e preços do petróleo.
(PONTO DE VISTA). Tudo indica, que, nas eleições de outubro/26, teremos outra vez, Lula x Bolsonaro (ou vice versa). Muda apenas uma pessoa (ou candidato): sai Jair e entra Flávio. Parece, que nem mesmo a tão comentada (até cobrada) terceira via terá chances. A mais provável outra opção (Ratinho Junior), está muito longe/distante, de acordo com as atuais pesquisas. Sabemos que tudo pode mudar, pois já mudou várias vezes, afinal existe a tese, que pesquisa é uma fotografia do momento. Mas, surpreende a facilidade/rapidez com que Jair Bolsonaro, condenado, preso e inelegível, transferiu (e transfere) seus votos. Chegando o momento das desincompatibilizações e convenções, os candidatos precisam, além de bons marqueteiros, pensar e pensar para errar o menos possível. Os evento tarifaços e magnitsky ajudaram a esquerda e agora, roubo no INSS, caso Banco Master, carnaval, “jogam” a favor da direita. Então, repetimos: como se diz no futebol, quem errar menos pode “levar”. Lembremos que a campanha eleitoral sequer começou. Com certeza, muita coisa ainda deve (e vai) acontecer, com ataques e contra-ataques. Temas que vão elevar a “temperatura”: corrupção e segurança, além da economia. Estão “esquecendo” até saúde e tragédias climáticas. Para variar, sem dúvida, as agressões pessoais não faltarão. Rejeição: eis um item que pode (ou poderá) ser decisivo. Que bom (um sonho) se o eleitor (a) brasileiro (a), exigisse plano de governo, propostas viáveis e ficha limpa (ficha limpa de verdade). Em tempo: temos um parlamento que confunde plenário com rinque, não se preocupando com decoro. Vergonhoso. Infelizmente, coisa (elemento) honesta e “limpa”, apenas um sonho. Sim, um sonho. infelizmente, impossível. (EDIRLEY RODRIGUES).
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O XV, com 13 (treze) jogos disputados, tem mais 2 (dois) para garantir sua classificação entre os 8 (oito) melhores e passar a segunda fase da competição. Alvinegro piracicabano ocupa a sexta posição com 19 pontos ganhos (5 vitórias). Domingo (1 de março) o XV joga às 10 horas na rua Javari, contra o Juventus, que ocupa o nono lugar com 17 pontos ganhos. Atrás do XV, estão Sertãozinho e Osasco, ambos também com 19 pontos. Última partida do XV (primeira fase), em Piracicaba, contra a Votuporanguense (24 pontos ganhos), no sábado do dia 7 de março.
Pesquisas recentes (desta semana) estão mostrando pela primeira vez, Flávio Bolsonaro na frente do Presidente Lula, em direção as eleições de outubro/26. Diferença mínima (empate técnico absoluto), mas que apresenta a capacidade de transferência de voto por parte de Jair Bolsonaro. Amanhã/sexta/27, será a vez do Instituto Paraná expor números apurados junto ao eleitorado pós-carnaval.
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